Segundo Nívia Regina da Silva, da Direção Nacional do MST, “os impactos dos agrotóxicos no Brasil são amplos e englobam diversos grupos sociais: trabalhadores das fábricas de agrotóxicos e moradores do entorno, trabalhadores do agronegócio, camponeses (que utilizam ou que recebem resíduos de agrotóxicos dos vizinhos), populações camponesas que vivem ao redor das grandes plantações, populações tradicionais (indígenas, quilombolas, ribeirinhos) e os consumidores em geral”.
Mas o óbito não é a única consequência do contato com essas substâncias, as populações ribeirinhas, quilombolas, indígenas e camponesas são constantemente expostas ao risco de desenvolverem doenças respiratórias, suicídio em função de depressões agravadas, câncer e dificuldade de aprendizagem.
Para mais informações acesse: http://www.mst.org.br/2017/04/27/mais-de-duas-mil-pessoas-morreram-por-uso-de-agrotoxicos-no-brasil-nos-ultimos-anos.html
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